18 maio 2009
Leonora na "Blogesfera"
O quadro perfeito, a imagem de Nossa Senhora, o Cristo Rei, a Sagres e claro o Leonora.
Leonora na Imprensa
No Domingo enquanto subia o rio, liga-me um amigo a dizer que o meu barco estava na edição daquele dia do jornal Público, pensei que era a gozar, mas de facto aconteceu... lá estava ele (nós) na página 3, o barco com mais verniz de Alhandra a abrilhantar o cortejo.

Fica a imagem da edição digital do jornal.
Vamos ver se a fama não lhe sobe à cabeça... de certo que não, porque quem vai ao leme é que dita o rumo.

Fica a imagem da edição digital do jornal.
Vamos ver se a fama não lhe sobe à cabeça... de certo que não, porque quem vai ao leme é que dita o rumo.
Leonora ainda mais a sul...
Depois da vinda do Douro para Alhandra, desta feita o Leonora foi ainda mais para sul até Lisboa.
Tudo começou à um mês atrás quando vi o cartaz comemorativo com as celebrações do 50º aniversário do monumento do Cristo Rei, do qual constava um cortejo de embarcações na travessia do Tejo a acompanhar a imagem de Nossa Senhora.
Todas as razões são óptimas para velejar mas esta, como católico que sou, motivou-me de sobremaneira e lá fui eu rio abaixo.
Sábado
13:40 - Depois de uma breve conversa com o Paulo Nunes do Free, saí de Alhandra sem vento já a maré vazava com força. Ainda preparei a genoa na esperança da tipica nortada da tarde, mas tive azar, a partir da Ponte Vasco da Gama entrou um Sudoeste com a mudança da maré que me obrigou a usar o vento do porão em toda a viagem. Cheguei à Doca de Alcantra ainda antes das 17:00 depois de passar pela Sagres já ancorada em frente ao Terreiro do Paço.

17:30 - Tratados os procedimento de entrada na doca, estava na hora do lanche abordo depois de 3 horas de "navegação intensa".
18:30 - a tripulação aumentou e saímos para o cortejo, o rio estava consideravelmente mais calmo e o vento tinha diminuido a sua intensidade. Ia preparado para a confusão, o Leonora pequenino com os seus 5,5m de comprimento e 40 cm de costado no meio dos imponentes Jenaeu e Benetau de mais de 40 pés. No entanto, correu tudo muito bem, muita atenção aos "gigantes" e destresa no caxão das ondas dos "gasolineiros" (vulgo barco a motor e só a motor) lá chegamos a Cacilhas acompanhando a imagem de Nossa Senhora que ia a bordo do NRP Dragão.
20:00 - Regresso a Alcantra num por do sol mágnico.
21:00 - Jantarada com os amigos
00:00 - Caminha (flutuante claro), no domingo era preciso acordar cedo para aproveitar a maré que me levaria de Volta a Alhandra.
Domingo
07:00 - Saida da Doca da Alcantra a todo o pano aproveitando a maré e a brisa matinal de Noroeste. Em alguns troços usei o motor para manter uma velocidade constante e não perder a maré. Mas os o avançar da manhã a brisa passou a vento e praticamente não usei o motor apartir da Vasco da Gama.
11:20 - Chegada a Alhandra já com a maré a vazar, ainda fiz um bordo até Vila Franca para depois navegar ao largo até Alhandra.
Muito mais haveria para contar, mas deixo as imagens da aventura para completar.
http://picasaweb.google.com/fmamorgado/LeonoraEmLisboa16_17Maio#
Obrigado ao Paulo pelas imagens que me cedeu.
Tudo começou à um mês atrás quando vi o cartaz comemorativo com as celebrações do 50º aniversário do monumento do Cristo Rei, do qual constava um cortejo de embarcações na travessia do Tejo a acompanhar a imagem de Nossa Senhora.
Todas as razões são óptimas para velejar mas esta, como católico que sou, motivou-me de sobremaneira e lá fui eu rio abaixo.
Sábado
13:40 - Depois de uma breve conversa com o Paulo Nunes do Free, saí de Alhandra sem vento já a maré vazava com força. Ainda preparei a genoa na esperança da tipica nortada da tarde, mas tive azar, a partir da Ponte Vasco da Gama entrou um Sudoeste com a mudança da maré que me obrigou a usar o vento do porão em toda a viagem. Cheguei à Doca de Alcantra ainda antes das 17:00 depois de passar pela Sagres já ancorada em frente ao Terreiro do Paço.
17:30 - Tratados os procedimento de entrada na doca, estava na hora do lanche abordo depois de 3 horas de "navegação intensa".
18:30 - a tripulação aumentou e saímos para o cortejo, o rio estava consideravelmente mais calmo e o vento tinha diminuido a sua intensidade. Ia preparado para a confusão, o Leonora pequenino com os seus 5,5m de comprimento e 40 cm de costado no meio dos imponentes Jenaeu e Benetau de mais de 40 pés. No entanto, correu tudo muito bem, muita atenção aos "gigantes" e destresa no caxão das ondas dos "gasolineiros" (vulgo barco a motor e só a motor) lá chegamos a Cacilhas acompanhando a imagem de Nossa Senhora que ia a bordo do NRP Dragão.
20:00 - Regresso a Alcantra num por do sol mágnico.
21:00 - Jantarada com os amigos
00:00 - Caminha (flutuante claro), no domingo era preciso acordar cedo para aproveitar a maré que me levaria de Volta a Alhandra.
Domingo
07:00 - Saida da Doca da Alcantra a todo o pano aproveitando a maré e a brisa matinal de Noroeste. Em alguns troços usei o motor para manter uma velocidade constante e não perder a maré. Mas os o avançar da manhã a brisa passou a vento e praticamente não usei o motor apartir da Vasco da Gama.
11:20 - Chegada a Alhandra já com a maré a vazar, ainda fiz um bordo até Vila Franca para depois navegar ao largo até Alhandra.
Muito mais haveria para contar, mas deixo as imagens da aventura para completar.
http://picasaweb.google.com/fmamorgado/LeonoraEmLisboa16_17Maio#
Obrigado ao Paulo pelas imagens que me cedeu.
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